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Metodologia proprietária

STRATFLOW®A engenharia de valorpor trás da transformação.

STRATFLOW® é a metodologia que a GT Strategy aplica para conectar estratégia, operações, tecnologia e pessoas em um único fluxo de valor. Não é um framework de moda. É uma forma estruturada de pensar, decidir e agir, validada em mais de 45 projetos desde 2017.

Desde
2017
Projetos validados
45+
Fundamentos integrados
Lean · Six Sigma · TOC · Design Thinking · PMI
O ponto de partida

Por que estratégia deixa de gerar valor.

Empresas raramente falham por falta de boas ideias. Falham na transição: entre o plano e a execução, entre o time que pensa e o time que faz, entre o sistema que registra e o sistema que decide. É exatamente nessa passagem que valor se perde - em handoffs mal definidos, fontes de verdade em conflito, métricas que aparecem só no fechamento e cultura que não absorve a mudança.

STRATFLOW® foi desenhada para essa passagem. Conecta direcionadores estratégicos a processos críticos, dados confiáveis e rituais de governança, garantindo que cada decisão tenha rastreabilidade, cada métrica tenha dono e cada projeto se transforme em capacidade permanente da organização.

Fundamentos

Cinco escolas, uma engenharia única de transformação.

STRATFLOW® é o resultado da integração disciplinada de cinco corpos de conhecimento maduros. Cada um responde a uma pergunta específica que aparece em projetos de transformação reais.

Lean

Eliminar desperdício, encurtar ciclos, expor o problema. Responde: onde está o desperdício?

Six Sigma

Decidir com dados, reduzir variabilidade, controlar o processo. Responde: o processo é estável?

TOC (Teoria das Restrições)

Identificar o gargalo, focar onde gera mais resultado. Responde: por onde começar?

Design Thinking

Centrar no usuário, prototipar, iterar com evidência. Responde: a solução resolve a dor real?

PMI / Project Management

Estruturar entrega, governar escopo, risco e cadência. Responde: como entregamos?

A jornada STRATFLOW®

Três movimentos. Uma jornada.

Toda transformação que adotamos atravessa essas três camadas, ainda que em proporções diferentes. Cada movimento gera entregáveis verificáveis e indicadores observáveis.

01
Direção, métrica e prioridade.

Clarificar o valor.

Definimos qual valor a organização precisa gerar (financeiro, operacional, regulatório ou cultural) e como isso se desdobra em objetivos, indicadores e iniciativas. O ponto-chave é remover ambiguidade: todo participante entende o por quê e o para quê.

Entregáveis
  • Direcionadores estratégicos formalizados.
  • Árvore de valor (objetivo → indicador → iniciativa).
  • Critérios de priorização explícitos.
  • Mapa de stakeholders e papéis decisórios.
02
Processos, dados e governança.

Organizar o fluxo.

Redesenhamos processos críticos, definimos governança de portfólio e estabelecemos cadência. Aqui aplicamos o HandOff Mapping para que o valor flua entre áreas, sistemas e níveis sem perda de informação, sem retrabalho e sem dúvida sobre quem é responsável por o quê.

Entregáveis
  • Processos críticos redesenhados (As-Is → To-Be).
  • HandOff Map, catálogo de entidades e Matriz CRUD.
  • Modelo de governança e cadência de rituais.
  • Backlog priorizado e métricas de fluxo.
03
Rituais, accountability e capacidade.

Ancorar na cultura.

Implantamos rituais, acordos e mecanismos de accountability que consolidam o novo jeito de operar. A meta é que a mudança permaneça depois que entregamos: liderança capacitada, indicadores em tempo real, governança rodando e equipe responsável pela evolução contínua.

Entregáveis
  • Sistema de gestão à vista.
  • Rituais de cadência (diários, semanais, mensais).
  • Capacitação de lideranças e formadores internos.
  • Indicadores de adoção e maturidade.
Tecnologia central · HandOff Mapping

O método técnico que sustenta o segundo movimento.

Em projetos com múltiplas plataformas, múltiplos implementadores e camada corporativa de integração, a maior fonte de retrabalho é o que chamamos de handoff: o momento em que a informação passa de uma área, sistema ou estágio para outro. STRATFLOW® formaliza essa passagem por meio de um padrão chamado HandOff Mapping.

HandOff Mapping é o padrão metodológico do STRATFLOW® para mapear processos, estruturar dados e converter processos aprovados em requisitos de integração, contratos de dados, regras de sincronização e critérios de aceite. Reduz ambiguidade entre as frentes de processo, software e integração.

Princípios fundamentais

01

Process-first

A integração nasce do processo aprovado e da decisão de negócio, nunca da disponibilidade técnica de um campo ou conector.

02

Single Source of Truth

Cada informação crítica tem uma fonte primária definida, uma fonte de consumo clara e uma regra de reuso documentada.

03

Digital Thread

Todo handoff é rastreável do evento de origem ao efeito no processo subsequente. Rastreabilidade ponta a ponta.

04

API-first canônica

Integrações são projetadas em torno de objetos de negócio e contratos de dados, não em torno de telas ou extrações manuais.

05

Clean Core

Privilegiamos configuração, parametrização e integração suportada, evitando customizações que não se sustentam no tempo.

06

Evidência antes de aceite

Nenhum requisito é considerado pronto sem validação de processo, objeto, atributo, regra e exceção.

Sete níveis lógicos encadeados

A técnica trabalha com sete níveis lógicos encadeados. Cada nível responde a uma pergunta específica e elimina um tipo característico de ambiguidade.

01
Processo
Qual macroprocesso ou capacidade está sendo endereçado.
02
Etapa
Qual estágio operacional, gate ou rito está sendo executado.
03
Ação / HandOff
Qual interação altera o estado do processo ou transfere responsabilidade.
04
Dado
Qual informação precisa existir para que a ação ocorra e seja verificável.
05
Entidade
Qual objeto de negócio materializa esse dado.
06
Atributo
Quais campos mínimos tornam a entidade utilizável, confiável e integrável.
07
CRUD / Regra
Quem cria, lê, atualiza, encerra, consome e sincroniza.

Os nove passos da técnica

Cada passo gera entregáveis intermediários que alimentam o próximo, formando um pipeline auditável de evidências.

01

Definir o recorte e a pergunta de negócio.

Formalizar o escopo (início, fim, atores, sistemas, ondas) e a pergunta que a integração precisa responder. Registrar explicitamente o que está fora do escopo.

02

Inventariar o fluxo do processo.

Mapear macroetapas, gates, handoffs e eventos críticos. Separar rito gerencial, ação operacional, evento sistêmico e exceção.

03

Identificar atores, papéis e plataformas por etapa.

Registrar dono, executor, aprovador, consumidor da informação e tratador de exceção. Sinalizar entradas duplas, planilhas paralelas, controles offline.

04

Mapear handoffs.

Para cada handoff: quem entrega o quê, para quem, sob qual condição, com qual efeito. Classificar o tipo (documental, transacional, decisório, evidencial, geoespacial, financeiro, contratual, regulatório).

05

Derivar entidades de negócio.

Transformar handoffs e saídas de etapa em objetos canônicos. Eliminar duplicidades semânticas. Determinar relações entre entidades mestras, transacionais e derivadas.

06

Derivar atributos mínimos por entidade.

Identificar atributos obrigatórios para criação, uso, integração, rastreabilidade e governança. Classificar tipo (identificador, status, valor, classificação, referência externa, localização, data, evidência, calculado).

07

Construir a Matriz CRUD.

Registrar, por etapa e plataforma, quem cria (C), lê (R), atualiza (U), aprova, consome e encerra (D/Close). Separar CRUD de negócio do CRUD técnico.

08

Converter a matriz em requisitos de integração.

Transformar conflitos de CRUD, fontes duplicadas de verdade ou leituras fora do sistema em requisitos de integração. Definir direção, gatilho, payload mínimo, frequência, SLA lógico, exceções, reconciliação e monitoramento.

09

Validar, consolidar e versionar.

Executar oficinas de validação com processo, especialistas de plataforma e integração. Consolidar pendências, decisões e critérios de aceite. Congelar a baseline antes do desenho detalhado de integração.

Os artefatos do método

STRATFLOW® gera artefatos versionados que conectam decisão de negócio à implementação técnica. Cada artefato tem propósito definido, dono claro e critério de aceite.

HandOff Map

Mapa estruturado de etapas, papéis, entradas, saídas, entidades, atributos e gatilhos.

Catálogo de entidades e atributos

Dicionário de dados de negócio com classificação, criticidade, cardinalidade e fonte de verdade.

Matriz CRUD

Visão por etapa, papel e plataforma da responsabilidade por cada entidade e atributo.

Matriz de sistemas e responsabilidades

Plataformas envolvidas, seus papéis e o padrão de integração esperado.

Catálogo de requisitos de integração

Necessidades de sincronização, evento, payload, frequência, regra de atualização e tratamento de erro.

Pacote de validação e aceite

Roteiros de revisão, critérios mínimos, evidências e plano de teste integrado de negócio.

Estudo de aplicação

Exemplo prático

Para tornar concreto, considere a integração entre um software de planejamento (Oracle Primavera Cloud) e um sistema de gestão de projetos (Oracle Unifier).

O time de planejamento aprova uma baseline tática. Essa informação precisa chegar ao sistema de gestão de projetos para governança, acompanhamento, controle de desvios e relatórios executivos. Atualizações sobre progresso físico, mudanças de baseline e tratamento de restrições precisam ser refletidas coerentemente entre os dois sistemas.

Matriz CRUD simplificada (extrato)
EntidadePapelPlataformaCRUClose
Cronograma do projetoPlanejamentoOracle Primavera CloudXXX
Cronograma do projetoPMO / ControlesOracle UnifierX
Avanço físicoPlanejamentoOracle Primavera CloudXXX
Restrição críticaPlanejamentoOracle Primavera CloudXXX
Restrição críticaPMO / LiderançaOracle UnifierXX
Decisão de governançaPMO / LiderançaOracle UnifierXXXX

A aplicação do HandOff Mapping elimina conflito de SSOT, evita entrada dupla de dados, define payload mínimo de cada integração, melhora o desenho dos testes integrados e reduz o retrabalho entre implementadores das plataformas e a equipe de integração corporativa.

Padrão de oficinas

O HandOff Mapping é construído em ciclo de oficinas com participação integrada das frentes de processo, plataforma e integração. A cadência típica é:

Oficina 1 · Recorte
Confirmar fronteira, objetivo e ondas.
Processo-alvo, fronteiras e premissas
Oficina 2 · Fluxo
Mapear etapas, gates e handoffs.
Fluxo validado e handoffs críticos
Oficina 3 · Dados
Derivar entidades e atributos.
Catálogo preliminar de entidades e atributos
Oficina 4 · CRUD
Validar responsabilidade por criação, leitura e atualização.
Matriz CRUD validada
Oficina 5 · Integração
Converter o mapa em requisitos e testes.
Catálogo de requisitos e cenários de teste
Oficina 6 · Aceite
Congelar baseline e pendências.
Versão aprovada e backlog residual

Critérios de qualidade e aceite

  • Todo handoff possui dono, entrada, saída, evidência e condição de conclusão.
  • Toda entidade crítica possui definição, fonte de verdade e atributos mínimos.
  • Não existem duas fontes de verdade não resolvidas para um mesmo atributo crítico.
  • A Matriz CRUD é coerente com o fluxo e com a governança do processo.
  • Regras de integração são derivadas de handoffs reais, não apenas de disponibilidade técnica.
  • Exceções, pendências, restrições e premissas estão documentadas.
  • Há rastreabilidade entre processo, entidade, atributo, requisito de integração e teste.
Onde aplicar

Quando o STRATFLOW® gera mais valor.

STRATFLOW® é aplicável a qualquer iniciativa em que processo, dado e cultura precisam evoluir juntos. Os contextos abaixo são onde a metodologia mais reduz risco e acelera resultado:

  • 01Programas de transformação digital com múltiplas plataformas e múltiplos implementadores.
  • 02Implantação de PMOs estratégicos ou conversão de PMO em VMO (Value Management Office).
  • 03Integração entre planejamento, controle, contratos, medições, ativos e ERP.
  • 04Desenho e implementação de centros de excelência (engenharia, operações, dados).
  • 05Onboarding de projetos em andamento e migração controlada de controles existentes.
  • 06Estruturação de novos produtos ou linhas de negócio com integração regulatória.
  • 07Diagnósticos de maturidade em estratégia, processos, digitalização e cultura.
Resultados observados

Métricas reais. Setores diferentes.

Uma amostra dos resultados que clientes obtiveram após aplicarem STRATFLOW®. Números preservados, contexto real.

Eficiência operacional
+42%

Indústria de transformação e reciclagem

Crescimento em 3 anos
+132%

Sustentado por planejamento vivo e cadência

Operação digitalizada
94%

Construção e infraestrutura, em 3 anos

Eficiência de mobilização
+38%

Após transformar PMO em VMO

Documentação (dias)
12→3

Eletromecânica, 100% de aderência

Aderência ao plano
93%

SMO e governança estratégica

Pronto para aplicar STRATFLOW® na sua organização?

Em uma conversa inicial de 30 minutos, entendemos seu contexto e mostramos como o método se aplica ao seu desafio específico.